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M.
31 December 2013 @ 07:07 am
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The only people for me are the mad ones, the ones who are mad to live, mad to talk, mad to be saved, desirous of everything at the same time, the ones who never yawn or say a commonplace thing, but burn, burn, burn, like fabulous yellow roman candles exploding like spiders across the stars and in the middle you see the blue centerlight pop and everybody goes "Awww!"

 
 
 
M.
24 December 2013 @ 12:57 pm
magda_mc
 
 
 
 
 
M.
20 December 2013 @ 02:37 am
Estou assim-assim. E quando estou assim, assim-assim, escrevo. Escrevo porque o papel ouve. Melhor do que ninguém. Bem melhor do que as paredes. O papel compreende. Não me vira as costas quando mais preciso dele. O papel está lá. Sempre. Preto no branco. Sempre preto, e sempre branco.
 
 
lonely
lonely
 
 
 
M.
29 September 2013 @ 02:54 pm
 
 
 
 
 
M.
21 August 2013 @ 05:53 pm
In order to fully appreciate something, you have to take a step back and observe it from afar.
 
 
 
 
 
M.
01 March 2013 @ 12:30 am
A falta de respostas, sejam elas quais forem, faz-me sentir que estou a enviar currículos para um buraco negro.
 
 
disappointed
disappointed
 
 
 
M.
23 January 2013 @ 01:44 pm
Lately it feels like I'm always on the road and the truth is I've come to love it. It gives me the sense of motion I need to feel alive. And, not unlike the sea, it brings me inner peace, all the while giving me a feeling of freedom and possibility.

It's there I go to cry, leaving a trail of salty water. It's there I go to clear my thoughts, unraveling the most intricate knots.

It's there I find impossible solutions, pieces of my soul, shards of beauty, the essence of others.

It's there I leave my darkest fears, fragments of the past, bouts of sadness, traces of insanity.

A pavement of dreams. Flashes of inspiration. Hopeful forward. Absolute movement.

(The road is my most secret diary.)
 
 
 
 
 
M.
10 January 2013 @ 07:42 pm
Não tenho saudades das transacções, que ainda sei de cor, em SAP. Tenho saudades de uma equipa que já não existe.
Tenho saudades do espírito de solidariedade (até na asneira) que existia entre nós. Não tenho saudades dos ficheiros em Excel.
Não tenho saudades das formigas no café. Tenho saudades de anotar as bacoradas de cada um.
Tenho saudades das gargalhadas que as pessoas davam quando as liam e tentavam adivinhar quem as tinha dito. Não tenho saudades do fantasma do elevador 2.
Não tenho saudades da comida da máquina. Tenho saudades das brincadeiras e das partidas (mesmo as de mau gosto).
Tenho saudades de ser surpreendida com sacos de algodão doce. Não tenho saudades dos erros de sistema.
Não tenho saudades das simulações de incêndio. Tenho saudades dos desabafos e das conversas, umas mais sérias do que outras.
Tenho saudades dos pedidos de ajuda "secretos". Não tenho saudades de estacionar na lama.
Não tenho saudades do ar condicionado, sempre descontrolado. Tenho saudades das pausas para o chá de flores azuis.
Tenho saudades de vocês (sabem bem quem são).