M.
31 December 2013 @ 07:07 am
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The only people for me are the mad ones, the ones who are mad to live, mad to talk, mad to be saved, desirous of everything at the same time, the ones who never yawn or say a commonplace thing, but burn, burn, burn, like fabulous yellow roman candles exploding like spiders across the stars and in the middle you see the blue centerlight pop and everybody goes "Awww!"

 
 
M.
24 December 2013 @ 12:57 pm
magda_mc
 
 
 
 
M.
20 December 2013 @ 02:37 am
Estou assim-assim. E quando estou assim, assim-assim, escrevo. Escrevo porque o papel ouve. Melhor do que ninguém. Bem melhor do que as paredes. O papel compreende. Não me vira as costas quando mais preciso dele. O papel está lá. Sempre. Preto no branco. Sempre preto, e sempre branco.
 
 
lonely
lonely
 
 
M.
29 September 2013 @ 02:54 pm
 
 
 
 
M.
21 August 2013 @ 05:53 pm
In order to fully appreciate something, you have to take a step back and observe it from afar.
 
 
 
 
M.
20 August 2013 @ 10:36 pm
- "Não tinhas saudades de tanta parvoíce junta?"
- "Não."

Não tinha saudades de tanta parvoíce junta até estar de novo perante tanta parvoíce junta e aí percebi que, de facto, tinha saudades de tanta parvoíce junta. E, ao mesmo tempo, percebi o quão ridículo é duas pessoas, cujo grau de parvoíce é equivalente e complementar, passarem tantos anos sem se ver. Uma perfeita parvoíce.
 
 
 
 
M.
16 April 2013 @ 12:44 pm
...coração quente, amor para sempre. (Onde andas tu?)

Sempre tive as mãos frias. No Inverno. No Verão. Sempre.

Quando andava na escola tinha um colega que passava as aulas virado para trás a (tentar) aquecer as minhas mãos nas dele.

Agora tenho luvas. (Onde andas tu?)
 
 
 
 
M.
28 March 2013 @ 12:06 am
Escreve. Escreve tudo o que te vai na alma.

E guarda. Guarda tudo o que escreveste no fundo de uma gaveta.

Depois... rasga! Rasga tudo o que guardaste.

E quando chegar a altura certa... queima! Queima tudo, não fiques com nada.